Zine Pasárgada
foi um Fanzine cultural e educacional que se propôs divulgar os mais diversos tipos de expressões artísticas e os mais variados assuntos.

O jornal Pasárgada teve 3 edições impressas e distribuídas na cidade de Piracicaba/SP e está guardado, junto com outras idéias, no limbo da falta de tempo e dinheiro.

O blog retomou a proposta do Zine e abriu espaço para diversidade de idéias e de expressões.

Hoje o blog acompanha o jornal e as atividades estão encerradas.

Foi uma grande satisfação ser um dos amigos do Rei.

Fábio

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Eu ouço vozes

Pra que instrumentos?

Dos mais variados instrumentos musicais existentes, ainda nenhum superou a natural voz humana. E com o super poder de síntese que me foi dado pelos deuses, vou apresentar 3 Bandas (ou grupos) que cantam A Capella, ou seja, utilizando apenas as vozes para fazer toda a música, inclusive a parte instrumental.

UC Men's Octet - Trata-se de um projeto, fundado em 1948, para alunos da Universidade da California, Berkeley. 8 homens cantando sucessos pops totalmente a capela. Com vídeos desde a formação de muito sucesso de 2002, em 2007 começou o grupo a fazer um grande sucesso no youtube, com músicas como Bohemian Rhapsody - Queen, um medley dos sucessos do Rei Leão, medley do Nirvana entre vários outros.

Van Canto - É até de se duvidar, mas são 5 vozes e uma bateria apenas. Não, não tem nenhuma guitarra ou baixo nas músicas deles. Uma banda alemã, voltada para o Heavy e Power Metal. Fez grandes covers de Metallica e Iron Maiden.

On The Rocks - Fundada pelo brasileiro Leonardo Silva e o americano Peter Hollens, também cantam músicas pop a capella. Fizeram muito sucesso na internet com a interpretação de Bad Romance, da Lady Gaga.


* Eu tenho impressão que o rapaz que canta o refrão do Bad Romance, do On the Rocks é o mesmo que fala no Medley do Nirvana, no UC Men's Octet.
* Aquela estrela se chama Capella. É a sexta mais brilhante do céu, a mais brilhante da constelação Auriga. Sabe o que isso tem a ver com a música? Nada.

@proparoxitono

domingo, 28 de agosto de 2011

Grandes Humoristas - 5

Aê Manolos e Manolas! =D

Caramba, quanto tempo que não apareço por aqui... =/
E mais ainda, há quanto tempo que "Os grandes humoristas" não davam as caras também.

Pois é... correrias e mudanças na vida, não teve jeito.
Seja como for, cá estamos! =D

E, como eu disse, a minha lista de grandes humoristas está chegando ao fim... e quero terminar com os da "nova safra" do Stand up no Brasil.

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E o meu preferido desses é o Marcelo Mansfield!
O coroa que descobriu o Rafinha Bastos (foi quem colocou o Rafinha na comédia stand up), o cara que tem os textos roubados pelo Felipe Neto (otário demais), o cara que tá dando moral pro Danilo Gentili no programa novo dele (agora é tarde)...

Mansfield é o cara que me fez chorar de rir (não é exagero), com o Seu Lili (que é meu herói!):


e também com o Seu Merda:

oooopa! Eu tinha uma tia bem bostalhufa! AHAHAHA é demais!

E o cara no Stand up se garante muito...saca essa campanha para o trânsito:


e mais um pouco dele, agora no Altas Horas:


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Depois do Mansfield eu só vou destacar mais um...semana que vem, o último post da série "Humoristas".

é uma enorme satisfação!


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O Papel dos Comunistas Para a Construção do Socialismo no Brasil.



Não podemos negar que o socialismo é uma necessidade vital para a classe trabalhadora brasileira. Uma vez que, as contradições sociais inerentes ao sistema capitalista corroboram com a leitura de que esse modelo de produção precisa ser superado, já que o mesmo está falido e, principalmente, desmoralizado.

Quando enxergamos que o mundo capitalista está erguido sobre uma base socio-econômica marcada pela exploração humana, pelo imperialismo, pela guerra e pela exclusão social, somos obrigados a nos manifestar, a favor de uma ruptura com essa lógica que mercantiliza as relações sociais e que aliena as instituições políticas. É nesse momento que passamos a defender um projeto democrático, popular e socialista para construir assim, uma sociedade mais justa, igualitária e fraterna.

Diante da atual conjuntura, podemos avaliar que a nossa realidade é otimista , mas ainda precisamos conquistar as condições necessárias para um projeto socialista voltado ao povo brasileiro. Ou seja, é necessário avaliar que a nossa situação tem que ser interpretada como uma etapa relevante para o avanço das lutas e do desenvolvimento. O jogo não está ganho para nenhum dos lados. E justamente por isso, é preciso ter ousadia e resiliência, para que possamos aprender e crescer com os nossos erros e assim, promover um debate mais fecundo e ideológico dentro da esquerda socialista.

Temos então, a reponsabilidade de formular uma verdadeira teoria revolucionária para o Brasil, inspirado nas lutas populares e nas experiências políticas ocorridas no país durante toda a sua história. Precisamos disputar e ocupar mais espaços dentro da sociedade, para que nossas ideias sejam amplamente divulgadas. Precisamos mobilizar e conscientizar o povo brasileiro, para multiplicarmos nossas forças, frente ao debate ideológico que temos que travar contra uma esquerda reacionária e uma elite conservadora.

É preciso garantir condições necessárias para endurecermos as lutas. E para chegarmos a esse patamar, torna-se necessário a mobilização popular, a solidariedade aos demais países na luta contra o imperialismo e a formação de um proletariado consciente de seu papel revolucionário, para construção histórica de uma republica dos trabalhadores.

E é nessa conjuntura que o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) retoma o seu prestígio frente ao povo brasileiro e vai a luta, a fim de garantir as reformas necessárias para impedir que o capitalismo se reconstrua nesse atual momento de crise e que no seio de suas contradições, possamos unir forças para a supreção total desse nefasto modo de produção que parasita a juventude, descrimina as mulheres, e explora os trabalhadores.
por Wallace Melo Barbosa.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A Partidocracia Brasileira.



Os partidos políticos são organizações de personalidade jurídica, que estão presente em nossa história, desde os primeiros anos do império brasileiro. Logicamente que a ideia sobre o partidarismo político existente no século XIX, era diferente nas atuais concepções sobre os partidos políticos. 

Vivemos, de fato, em uma espécie de "partidocracia". Ao contrário dos tempos imperiais, onde o poder político se alternava entre dois partidos, o Liberal e o Conservador, hoje, orbitam pela república brasileira o número de 28 partidos politicos oficiais. Além dos 02 novos partidos que estão em processo de formação, o Partido Militar Brasileiro (PMB) e o Partido Pirata do Brasil (PPBR). Veja a lista dos partidos políticos brasileiros clicando na imagem.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Coleção Cine Europeu

Uma Coleção Que Vale a Pena.

Desde o último dia 07 de agosto estão nas bancas, aos domingos, DVDs pertencentes à coleção Cine Europeu, lançada pelo jornal Folha de São Paulo. Ela conta com 25 títulos dos mais diversos gêneros, países e diretores.

Não sou assinante Folha de São Paulo (sua abordagem jornalística não me agrada), porém quando o jornal propõe-se a lançar coleções de música ou cinema, quase sempre é imperdível, primeiramente pelo preço acessível ($15,90 DVD + livro), depois pela seleção muito bem cuidada e, por último, pela qualidade. Para quem gosta de cinema europeu é uma oportunidade de comprar títulos originais por um precinho camarada, sem contar o livro que acompanha cada título com informações importantes sobre o filme e belíssimas fotos.
A coleção abrange um grande período da produção cinematográfica européia, não deixando de lado grandes clássicos e nem marcantes produções recentes, imperdível!

A lista dos filmes por ordem de lançamento:

1. A Doce Vida
2. Fitzcarraldo
3. Último Tango em Paris
4. Cinema Paradiso
5. Morangos Silvestres
6. Volver
7. Asas do Desejo
8. Os Girassóis da Rússia
9. Hiroshima Mon-Amour
10. A Liberdade É Azul
11. O Batedor de Carteiras
12. O Deserto Vermelho
13. O Encouraçado Potemkin
14. Rocco e seus Irmãos
15. Os Incompreendidos
16. Lili Marlene
17. Roma, Cidade Aberta
18. Madame Bovary
19. Metropolis
20. A Regra do Jogo
21. Mamma Roma
22. Acossado
23. A Dama Oculta
24. Adeus, Meninos
25. Mamãe Faz Cem Anos


Também em SOM ALTERNA e .poegrafar

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Aonde dá?


Gostaria de compartilhar uma imagem, que depois de alguns anos querendo, consegui captar.

Esse local fica próximo à minha casa, numa rua sem saída, que cerca um terreno que ali existe.
Quando vi esta imagem pela primeira vez, fiz uma grande relação com um quadro surrealista, adorei a possibilidade de imaginação que ele me proporcionou. Ou seja, eu viajei total desde a primeira visualização! (rs)

O inconsciente não é passível de uma localização neurológica, e sim, apenas uma "teoria". Os quadros surrealistas trazem muito daquilo que entendemos por inconsciente, e eu diria que essa imagem também me proporcionou essa relação, pois, muitas vezes achamos que o que está por trás ou além é muito óbvio, quando somos todas vezes surpreendidos, pois somos enganados a todo momento.

E essa porta... pra que lugar será que ela dá?!
Blog | Twitter )

Melhor pros três

Clássico é clássico e tem que ser respeitado.

Eu sou do interior do Paraná, onde o sertanejo impera absoluto. 95% da população acha quase inaceitável ouvir outro estilo de música, e isso é quase literalmente. Desde os clássicos até a popização (neologismo pra representar a transformação em pop. Popularização não representaria o sentido exato que quero expressar) dos anos 90 até o sertanejo universitário. Sendo sertanejo, tem o aval do povo. É triste, mas a gente aprende. Clássico não se torna clássico a toa. Quem nunca cantou Boate Azul nunca teve um porre de verdade.
No começo, final da década de 20, a música sertaneja eram causos da vida caipira, como as viagens com gado, a dura vida do campo e até quando um suposto pequeno se sobressaia sobre um grande fazendeiro.
Logo depois, num período pós 2º guerra mundial, décadas de 50 e 60 principalmente, as influências dos mariachis, bolero e do brega (vale lembrar aqui o GRANDE Waldick Soriano, que compôs da lindíssima Tortura de amor até o simbolo maior do brega Eu não sou cachorro não, passando pela inúmeras vezes gravadas por cantores sertanejos e simbolo maior das jukebox das casas de tolerância (dizem, pelo menos), Dama de Vermelho), veio os grandes clássicos que se aproximam do ultra-romantismo.
Esses clássicos sertanejos tem uma grande vantagem. Eles assumem as tristezas do amor de uma forma explícita, que acaba tornando a música autêntica, diferente dessa tristeza velada dos mais modernos. Não há corno mais corno no mundo do que o Eu lírico da música Na hora do adeus, composta por Carlos Colla (compositor tal que teve músicas gravadas também por Erasmo Carlos e até Legião Urbana), gravada por Mato Grosso e Mathias, assim como não há viúvo mais solitário que aquele de Vestido de Seda, famosa nas vozes de Teodoro e Sampaio (que hoje em dia é a dupla com mais capacidade pra dar vergonha alheia no mundo).
Logo após vieram as grandes influências do pop. Chitãozinho e Xororó, Zezé di Camargo e Luciano, Leandro e Leonardo, João Paulo e Daniel, Bruno e Marrone entre tantas outras. O começo do fim. Chitãozinho e Xororó ainda mantiveram uma raiz, percebida por fio de cabelo e outras já com uma pegada mais pop, mas ainda com uma influência maior do passado sertanejo, como Brincar de ser feliz e Evidências.
Então surgiu o tão aclamado sertanejo universitário, que eu prefiro me conter no comentário que alguns deles regravaram bons clássicos.




* Se você não gostou desse post, não ouça nenhuma música. Infelizmente, isso aqui no interior do Paraná não é uma opção. O sertanejo é literalmente onipresente aqui.
* Tem até os tem-gente-mais-emo-que-a-gente Fresno nessa história. Culpa da coca-cola zero.
* Chrystian, do Chrystian e Ralf e Hudson, do Edson e Hudson são famosos por preferirem o rock ao sertanejo, como no vídeo. Mas a fome aperta...
* Pelo menos agora ninguém pode falar que esse blog tem qualquer tipo de preconceito.
* Você pode até não gostar. Mas se tivesse levado um chifre e estivesse bêbado, iria ver que as músicas se tornariam muito mais atraentes.

@proparoxitono

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Reflexões Politicas Por Meio de Anamorfoses.

Não poderia deixar de postar essas anamorfoses que estava vendo em alguns sites geográficos, sobre alguns índices econômicos no Brasil e no Mundo. E quando observei essas imagens, não pude deixar de refletir sobre o quanto é longo o trajeto para conquistarmos o desenvolvimento ideal para o Brasil. No entanto, aproveitei essa reflexão, para reafirmar a importância de se conquistar um maior empoderamento político para a classe trabalhadora brasileira. É somente dessa forma que vamos conseguir de fato, a construção de um verdadeiro modelo de civilização democrática e socialista para o Brasil.

Formulem as suas conclusões, compareça ao debate e posteriormente vamos a luta, pois temos um país inteiro para construir, Camaradas!






quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Olhar triste de um velho bem vivido


mais fotos aqui!

Seta!!


Ué? Ultimo post em 15/8? :O Indignação...

E por falar em indignação... Resolvi me aventurar com as palavras... Pois confesso que me dou melhor com os números...


Hoje vim trazer uma à vocês. Uma das coisas que mais me tira do sério é o trânsito. (meldels) O ato de "dar seta" - seja para virar uma rua, estacionar ou mudar de faixa - tornou-se limitado à algumas pessoas, sem falar em outras que adoram andar a 30Km/h na faixa da esquerda e não sabem olhar no retrovisor - pior: não vêem aquele "sinal" de farol alto (Como pode?!)

Enfim, você se depara com aquela pessoa LERDA que supostamente não sabe o que quer: se quer virar, se vai parar, se está procurando uma vaga ou se tem prazer de andar a 30Km/h. Para essas pessoas, eu sugiro que procurem alguma concessionária que venda automóveis que disponibilizem a "seta" como acessório opcional. (¬¬)

Se você é apenas um pedestre, não tem problema! Você também deveria estimular o uso da seta visto que ela pode te ajudar a atravessar a rua, sem ser atropelado por um (idiota) cidadão que esqueceu que tem esse acessório bem importante e já incluso em seu carro (na faixa!  Ohhh!)

Ressalto que o ato de "dar seta", não significa: "estou virando, cuidado!", ela deve ser acionada com certa antecedência à sua decisão e não quando você já se encontra no meio da curva, ou dentro da vaga...

Ah! Em tempo, quando o sinal fica verde, não precisa esperar ele ficar amarelo, ou pensar se aquela cor realmente é o verde, ou resolver procurar algo na bolsa, ou mexer no som... simplesmente ande. Existem outros carros atrás de você que contam com essa sua atitude! O mesmo digo para radar... se o radar é de 60Km/h, por que (raios) o cidadão quer andar à 20Km/h? Você não será multado se passar à 50Km/h!! Fica-a-dica!

Por @tah_rox
[Perder-se também é caminho]

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Images of broken light


Por @belamello 
Mais fotos aqui!

Tem homem no mercado

Então amigos, faz tempo que eu não dou as caras por aqui. Peço desculpas, mas continuarei meio sumida... Estou finalizando a minha monografia, e até o fim deste semestre esta será a minha prioriadade. =]

No mais, espero que todos estejam bem!

Fiquei sabendo que hoje é o dia dos solteiros e achei esse site muito bom, e que apesar de parecer uma brincadeira, é sério! =D


                                                                 (Clica na imagem!)

É um site de namoro! Pra você achar um solteiro bacana pra você! Rá!

Bom, não é o meu caso, to bem servida de namorado. ;P
Mas pras amigas e os amigos se conhecerem, espero que a dica seja válida!

Beijão, amigos do rei! o/

King Jeremy, the Wicked

"Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu." Gênesis 3:6

8 de janeiro de 1991. O garoto Jeremy, de poucos amigos, tímido, que estava sempre triste, estava especialmente depressivo aquele dia. Ele já sabia o que ia fazer. Havia pegado suspensão um dia antes, junto com uma das suas poucas amigas, Lisa Moore. Ela estranhou quando ele trocou o final dos seus bilhetes que sempre dizia "responda" por "até mais tarde". Mesmo depois da suspensão, Jeremy estava atrasado. Chegou cabisbaixo na escola, como sempre. A professora o mandou pegar uma autorização do diretor pra ficar na aula, já que já eram mais de 9:30 da manhã. Ele saiu, às 9:45 ele estava de novo na sala:
- Senhorita, eu peguei o que fui buscar.
Ele não mostrou a autorização. Ele sacou uma .357 Magnum e, antes que qualquer aluno ou a professora pudesse ter alguma reação, suicidou na frente de todos seus colegas.
Jeremy Wade Delle, 15 anos, virou apenas uma pequena nota no jornal. Ninguém sabe o que exatamente o levou a isso, e jamais saberão.
Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, viu essa nota. Achou que era muito pequena pra algo tão grave, quis mostrar a história pro mundo. Afinal, ele próprio já havia passado por algo parecido. Um garoto chamado Brian, que Vedder havia brigado na 5º série, entrou na sua aula de oceanografia e atirou em vários colegas.

"Veio de um pequeno parágrafo em um papel, significando que você se mata e faz um sacrifício como forma de vingança. É só o que você vai conseguir, um parágrafo no jornal. Dezessete graus e nublado numa vizinhança suburbana. Esse é o começo do clipe, que é igual ao final do clipe, nada acontece… nada muda. O mundo continua e você se foi. A melhor vingança é viver e provar que você consegue. Seja mais forte que aquelas pessoas. E aí você poderá voltar."

Assim definiu Vedder.



* "Quando eu estava no ginásio, em San Diego, Califórnia, eu conheci uma pessoa que fez a mesma coisa, só que ele não se matou, mas acabou dando uns tiros numa turma de oceanografia. Eu me lembro de estar nos corredores e ouvir a respeito, e eu realmente havia implicado com o rapaz no passado. Eu era um quinto-anista bem rebelde e acho que brigamos ou algo assim. Então é um pouco sobre um garoto chamado Jeremy e é também um pouco sobre um garoto chamado Brian que eu conhecia mas não sabia quem era...a música, eu acho que diz muito. Eu acho que chega a algum lugar...e muitas pessoas interpretam de forma diferente e foi só recentemente que comecei a falar a respeito do verdadeiro significado e espero que ninguém se ofenda e acredite em mim, eu penso em Jeremy quando canto." Eddie Vedder
*Esse não foi o primeiro clipe da música. Antes, o fotógrafo Chris Cuffaro dirigiu um outro. A gravadora Epic recusou. Chris vendeu toda sua mobília e metade da sua coleção de guitarras pra financiar o clipe. E mesmo assim essa versão da gravadora ficou melhor.
*Reparem que no clipe (oficial, da gravadora) ninguém se mexe, só a banda, Jeremy e a professora, no final, quando vai pegar a maçã. É a única interação de personagens.
*A citação de Gênesis 3:6 aparece no clipe, refere-se à criação do pecado.
*Grunge is Alive!
*Perdão por não manter toda semana os posts. Mas sabe como é final de faculdade de direito, TCC, exame da ordem, estágio... Ta facio pa ninguem.

@proparoxitono

sábado, 13 de agosto de 2011

Bem-vindo à Casa de Bonecas (Welcome to the Dollhouse)

Welcome to the Dollhouse é um longa metragem americano de 1995 dirigido por Todd Solondz. Nu e simples, é um bom convite ao drama e ao humor, mas antes de tudo, ao real.

A cena fechada na foto de uma típica família americana é a porta de entrada para um filme que foge da conduta hollywoodiana tradicional. O duro e o real estão ai, usa óculos, rabo de cavalo e se chama Dawn, uma garota de onze anos e meio. Rejeitada na escola e não compreendida em casa, a protagonista se vê em situações humilhantes e que a fazem se perder dentro de si.

Os cenários são basicamente a escola, a casa e alguns pontos externos. Engraçado que nesses pontos, que aparecem uma vez cada, se me lembro bem, são formados por cenas que montam uma personalidade mais doce de Dawn, aí podemos conhecê-la melhor. Boa parte desses momentos são compartilhados com seu colega de classe Brandone, com quem ela tem uma curiosa relação.

Como toda boa pré-adolescente, a garotinha feia e de óculos se apaixona, beija, briga, machuca, é machucada e vive, mas não vive um sonho, nem uma reviravolta de vida. Todd Solondz fez questão de colocar tudo como deveria ser, sem fantasias, sem enfeites. Somente a frustração do isolamento, da busca de uma colocaçõ social.

Welcome to the Dollhouse é um pouco de Dawn, da essência humana, e, não se assuste, mas vc pode identificar nos persongens pessoas que já passaram pela sua vida também.

Trailer aqui! :)

Méle Dornelas
Também escreve para: Escrivaninha, Sala de Cinema e Conversa de Botequim.

FHC Ainda é Persona Non Grata Para os Estudantes Brasileiros.



O sociólogo e ex-presidente da República por dois mandatos consecultivos ainda é citado por vários grupos de estudantes, devido a sua política de sucateamento do ensino público no país. Algumas teses apresentadas no 52º Congresso da União Nacional dos Estudantes que aconteceu na cidade de Goiânia, no último mês de julho fizeram questão de ressaltar que o movimento estudantil de hoje não pode deixar que as politicas educacionais provenientes do governo FHC retornem à realidade brasileira.

Como sabemos o movimento estudantil brasileiro foi um dos principais pilares da resistência ao regime dos generais, durante os governos provenientes da ditadura militar ocorrida entre os anos de 1964 a 1985. No entanto, após o historico processo de redemocratização política, a organização econômica do país passou a ser regida por uma orientação neoliberal que deixaram profundas mazelas na macroeconomia brasileira. Fatores como: privatizações, desemprego, inflação e baixos investimentos em setores relevantes para o desenvolvimento social do país, como educação, saúde e moradia foram realidades visíveis, a partir da década de 1980.

E diante de tal contexto, os movimentos sociais passaram a se manifestar de forma crítica e combativa a essa ideologia que pregava de fato, um Estado mínimo. E assim, passaram a ocupar novamente as ruas das principais capitais brasileiras, em defesa de um novo projeto político para o país no final do século XX.

No entanto, após 17 anos do primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso, os movimentos estudantis brasileiros ainda permanecem preocupados com um possível retorno das políticas neoliberais defendidas pela social-democracia dos tucanos (PSDB) que controlaram o Brasil por 8 anos consecultivos, sem se quer, construir pelo menos uma nova universidade federal no país, além de privatizar o ensino superior em detrimento da educação pública.

Durante o 52º Congresso da União Nacional dos Estudantes, algumas teses apresentadas por grupos de idéias políticas progressistas passaram a elencar FHC, praticamente como figura non grata, vejamos alguns exemplos:

Movimento Mutirão:
O governo do presidente Lula deu os primeiros passos nesse sentido, ao dobrar as vagas das universidades federais, distribuir quase 1 milhão de bolsas do Prouni e financiar os estudos de 500 mil estudantes pelo FIES, sem a exigência de fiador e com juros mais baixos. Além disso democratizou o acesso a essas novas vagas através das cotas sociais e raciais. Também vem substituindo o vestibular, feito sob medida para os estudantes de poucos colégios privados, pelo ENEM.
 Esssas transformações no entanto têm enfrentado uma campanha elitista e preconceituosa lançada pelos tucanos e pela imprensa golpista.Segundo eles, pobres e negros beneficiados pelas cotas não conquistaram as suas vagas por mérito, e por isso rebaixaram o nivel da universidade. Nada mais falso, pois nas 31 federais que ja adotaram as cotas, os estudantes beneficiados por elas tiveram notas equivalentes, e em vários casos superiores, quando comparadas às dos não cotistas, segundo resultado do último ENADE. No caso dos bolsistas do Prouni, suas notas foram em média superiores às do restante dos estudantes.
A base desse discurso, foi o mantra que norteou o governo FHC, de que o Estado é "ineficiente e perdulário", e que por isso deve ser privatizado. O seu resultado prático foi a falência da universidade pública, que além de não abrir novas vagas, cortou verbas para investimento e congelou por oito anos o salário dos servidores.

 Movimento UNE é Pra Lutar:
O povo elegeu Dilma para ver suas reivindicações atendidas. Para isso o governo precisa adotar medidas de soberania, e isso passa por cancelar a privatização dos aeroportos, vetar o novo código florestal que serbe aos latifundiários e empresários. Passa por reestatizar empresas privadas como a Vale - vendida  a preço banana pelo ex-presidente tucano FHC. Pelo fim do pagamento da dívida e pela reversão desses cortes para atender as rivindicações.
O Estado não pode abandonar os estudantes das universidades privadas a própria sorte ou desmandos dos tubarões de ensino. Para eles, nem se quer existe qualquer política de assistência estudantil, por exemplo. Os donos das faculdades seguem aumentando as mensalidades e impedindo muitos estudantes inadimplentes de se matricular, com base na lei "mui amiga" instituída pelo ex-presidente FHC.
É preciso lutar contra o aumento de mensalidades, em defesa da qualidade do ensino, pela revogação da lei de FHC que impede os estudantes de se matricular e por uma política efetiva de assistência estudantil por parte do Estado, que não seja transferência de verba pública para iniciativa privada! Tudo isso sem abandonar a nossa perspectiva histórica, que é que todos tenham acesso a universidade pública.

Movimento Contraponto:
 É essencial garantir os 10% do PIB para a educação. O PL n. 8035/10 apresenta a meta de somente 7% do PIB para a educação até 2020. É muito baixo do que inclusive foi debatido na CONAE, que aprovou 10%. O MEC propôs o mesmo aprovado pelo o último Plano Nacional de Educação, dez anos atrás, vetado por FHC. Esse valor ja era insuficiente em 2010, quem dirá em 2020.

 Movimento Rompendo Amarras:
Em 2011, será aprovado o novo Plano Nacional de Educação, que balizará as diretrizes do setor para a próxima década. Longe de atender a demanda por 10% do PIB para a educação, Dilma mantém o veto de FHC ao aumento de verbas para a educação e defende meta de somente 7% até 2021.

Enfim, como podemos ver, vários foram os movimentos que permanecem externando as mazelas do governo de Fernando Henrique Cardoso para o país, em especial para a educação. Essa preocupação torna-se bastante válida para os nossos dias, uma vez que, a política de FHC, de fato, representou um ataque à educação pública brasileira. E não podemos conceber um projeto nacional de desenvolvimento sem pensar em um sistema de financiamento eficaz para a nossa educação pública.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Eu, eu mesma e... Isabela?
















Eu!
Por: @belamello
Mais fotos aqui!


Vagabonds

Ué, nenhum post hoje? o0
Então vai mais um pouco de desenho...rs

* Caneta Bico de Pena
* Tinta Nankin
* Pincel 0

Personagem do Vagabonds.
Por @tah_rox [Perder-se também é caminho]


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Maternidade


Trouxe este tema hoje, pois, algumas experiências desta semana me fizeram pensar como muitas mulheres enfrentam este momento da vida.
Não é de hoje que acompanhamos mulheres que abandonam seus bebês, mulheres que roubam bebês e mulheres que sonham um dia poder engravidar. Tantos quereres tão distintos mas que rondam um só tema, o "maternidade".
Muitos poderiam me responder que as mães que abandonam seus filhos são tomadas pelo medo, mas, me questiono: o medo de quê? Existem tantos.
Questões sociais são questionáveis, pois, muitos aqui conhecem famílias desse Brasil tão pobre que lutam para sustentar seus filhos, sejam eles quantos for. A questão é mais embaixo.
O que um filho provoca em uma mulher? O que a experiência da maternidade vai substituir na vida de uma mulher? Talvez uma outra experiência pela qual ela ainda não queira se desligar?

A problemática é que muitas mulheres ainda não estão preparadas para ser mães, outras nasceram para ser e outras nunca a serão.  Ainda me lembro do espanto que me causava ouvir de uma mulher idosa que ela não teve filhos por opção! Mas, com o tempo, descobrimos que ser mãe não é uma obrigatoriedade, é algo que precisa ser desejado, mesmo que não seja esperado. Precisamos nos libertar também da ideia de que no coração de mãe sempre cabe mais um.
A figura materna sempre foi transformada em algo maravilhoso (possível origem bíblica), então ainda não conseguimos entender algumas limitações que existem entre algumas mulheres e a maternidade. Podemos perceber isto pela diversidade de opiniões que cada uma delas possui sobre o assunto.

Mas, o que vejo sobre tudo isso é como este tema anda sendo abordado. Existem as mães violentadas, existem as mães do tradicionalismo e existem as mães, que são verdadeiramente mães.
Um filho significa uma vida, uma vida que foi concebida por um ato que muitas vezes (diga-se, quase sempre) é praticado sem esta intenção. Muitas vezes penso que a gravidez não deveria ser consequência do sexo (mas aí entraríamos em questões religiosas e biológicas que não valeriam a pena).

O ponto relevante deste meu post hoje, que fiz baseado nas reflexões que faço em meu blog, é: Quais as condições psicológicas e emocionais de uma mulher frente a realidade da maternidade? Sabemos que abandonar um bebê é crime, e nem estou aqui para questionar tal fato. Mas, muitos aqui não devem fazer a ideia de como uma mulher se sente mal (esporadicamente, claro) durante o período de gravidez. Já ouvi muitas dizerem que este não é o melhor momento da vida, como muitos dizem; já vi mulheres deprimidas por ser transformarem no 2º plano (pois sim, quem importa neste momento é o bebê... você precisa estar bem e saudável por causa dele).
Ainda não sou mãe, mas estou tendo a experiência nesse semestre de estagiar com gestantes, e ouvir delas quais são seus anseios, suas expectativas, seus fantasmas, suas mazelas e tudo aquilo que uma mulher carrega junto com o filho.

O presente post não é para falar sobre a natalidade infantil, sobre o abandono de crianças ou sobre a adoção. Mas sim, em quem a gestante se transforma. Nosso dever é sempre lembrar que uma vida está sendo gerada por outra. E se a primeira não deve ser esnobada ou minimizada, a segunda também não.
Mulheres bem assistidas geram possibilidades de uma maternidade mais efetiva, mesmo que a maneira afetiva e emocional seja diferente de uma para outra. E a conscientização e acolhimento de mulheres que não desejam seus filhos precisa se tornar cada vez mais intensa, mostrando à elas, que sua negação da maternidade não significa o descarte de um filho (o qual ocasiona muitas vezes a morte), e que a adoção é um caminho.

Hoje, foi apenas uma reflexão minha que externalizei aqui. Provavelmente no futuro, poderei trazer dados e questões mais relevantes que tornem este assunto mais pontuado. Mas acho que vale pelo fato do que muitos estão pensando neste momento: "Essa menina falou bobagem" ou "Acho que talvez ela tenha razão", pois algo só faz sentido, quando pensamos sobre ele. E refletir, sempre nos faz sair do lugar.
Prometo falar mais sobre isso!

Abç... Patrícia ( Blog | Twitter )

Palhaço

Palhaços são encantadores.
Te fazem sorrir, rir... e para outros, chorar ou temer. Cada qual com seu jeito, seu carisma, sua fantasia colorida, e sua vida de verdade por trás de tudo isso.

Por @tah_rox, em Perder-se também é caminho.
  • Lápis Aquarela
  • Caneta Nankin 0.5mm

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Vermelho

Após um longo tempo, e hj, um puxão de orelha... Eis-me aqui! :)

Por Talita @tah_rox [Perder-se também é caminho]

* Lápis Aquarela
* Lápis 2B

domingo, 7 de agosto de 2011

nowhere man


por @BelaMello

Mais fotos AQUI

Benefícios "gratuitos"


Nesta última sexta-feira, dia 05, "comemorou-se" o Dia Nacional da Saúde (a palavra comemorar se encontrar entre aspas, pois ainda não se caracteriza como uma comemoração). Ainda sabemos que muitas coisas precisam melhorar, porém, na última semana foi divulgada uma boa notícia, mas que irá atingir os planos dos convênios médicos particulares.
A partir de janeiro de 2012, conforme determinação da ANS (Agência Nacional de Saúde) os planos serão obrigados a oferecer 69 procedimentos gratuitos para seus conveniados. Estes procedimentos foram determinados a partir de uma votação disponibilizada na internet, onde cada pessoa votou no qual julgou mais necessário. Sendo assim, procedimentos definidos conforme a demanda, uma determinação que irá atingir a realidade. 
Resolvi trazer esta informação, pois talvez muitos ainda não saibam, e com certeza podem ser mais um dos beneficiados com esta notícia.  

Os procedimentos mais votados, por isto os escolhidos, são:

1. Bloqueio anestésico de plexos nervosos (lombossacro, braquial, cervical) para tratamento de dor;
2. Angiotomografia coronariana (com diretriz de utilização);
3. Esofagorrafia torácica por videotoracoscopia;
4. Reintervenção sobre a transição esôfago gástrica por videolaparoscopia;
5. Tratamento cirúrgico do megaesofago por videolaparoscopia;
6. Gastrectomia com ou sem vagotomia/ com ou sem linfadenectomia por videolaparoscopia;
7. Vagotomia superseletiva ou vagotomia gástrica proximal por videolaparoscopia;
8. Linfadenectomia pélvica laparoscópica;
9. Linfadenectomia retroperitoneal laparoscópica;
10. Marsupialização laparoscópica de linfocele;
11. Cirurgia de abaixamento por videolaparoscopia;
12. Colectomia com íleo-reto-anastomose por videolaparoscopia;
13. Entero-anastomose por videolaparoscopia;
14. Proctocolectomia por videolaparoscopia;
15. Retossigmoidectomia abdominal por videolaparoscopia;
16. Abscesso hepático - drenagem cirúrgica por videolaparoscopia;
17. Colecistectomia com fístula biliodigestiva por videolaparoscopia;
18. Colédoco ou hepático-jejunostomia por videolaparoscopia;
19. Colédoco-duodenostomia por videolaparoscopia;
20. Desconexão ázigos - portal com esplenectomia por videolaparoscopia;
21. Enucleação de tumores pancreáticos por videolaparoscopia;
22. Pseudocisto pâncreas - drenagem por videolaparoscopia;
23. Esplenectomia por videolaparoscopia;
24. Herniorrafia com ou sem ressecção intestinal por videolaparoscopia;
25. Amputação abdômino-perineal do reto por videolaparoscopia;
26. Colectomia com ou sem colostomia por videolaparoscopia;
27. Colectomia com ileostomia por videolaparoscopia;
28. Distorção de volvo por videolaparoscopia;
29. Divertículo de meckel - exérese por videolaparoscopia;
30. Enterectomia por videolaparoscopia;
31. Esvaziamento pélvico por videolaparoscopia;
32. Fixação do reto por videolaparoscopia;
33. Proctocolectomia com reservatório ileal por videolaparoscopia;
34. Cisto mesentérico - tratamento por videolaparoscopia;
35. Dosagem quantitativa de ácidos graxos de cadeia muito longa para o diagnóstico de erros inatos do metabolismo (EIM);
36. Marcação pré-cirúrgica por estereotaxia, orientada por ressonância magnética;
37. Coloboma - correção cirúrgica (com diretriz de utilização);
38. Tratamento ocular quimioterápico com antiangiogênico (com diretriz de utilização);
39. Tomografia de coerência óptica (com diretriz de utilização);
40. Potencial evocado auditivo de estado estável - peaee (stead state);
41. Imperfuração coanal - correção cirurgica intranasal por videoendoscopia;
42. Adenoidectomia por videoendoscopia;
43. Epistaxe - cauterização da artéria esfenopalatina com ou sem microscopia por videoendoscopia;
44. Avaliação endoscópica da deglutição (FEES);
45. Ácido metilmalônico, pesquisa e/ou dosagem;
46. Aminoácido no líquido cefaloraquidiano;
47. Proteína s livre, dosagem;
48. Citomegalovírus após transplante de rim ou de medula óssea por reação de cadeia de polimerase (PCR) - pesquisa quantitativa;
49. Vírus epstein barr após transplante de rim por reação de cadeia de polimerase (PCR) - pesquisa quantitativa;
50. Determinação dos volumes pulmonares por pletismografia ou por diluição de gases;
51. Radioterapia conformada tridimensional - para sistema nervoso central (SNC) e mama;
52. Emasculação para tratamento oncológico ou fasceíte necrotizante;
53. Prostatavesiculectomia radical laparoscópica;
54. Reimplante ureterointestinal laparoscópico;
55. Reimplante ureterovesical laparoscópico;
56. Implante de anel intraestromal (com diretriz de utilização);
57. Refluxo gastroesofágico - tratamento cirúrgico por videolaparoscopia;
58. Terapia imunobiológica endovenosa para tratamento de artrite reumatóide, artrite psoriática, doença de crohn e espondilite anquilosante (com diretriz de utilização);
59. Oxigenoterapia hiperbárica: adequação da diretriz de utilização (DUT) para inclusão da cobertura ao tratamento do pé diabético;
60. Análise molecular de DNA: adequação da diretriz de utilização (DUT) para cobertura da análise dos genes EGFR, K-RAS e HER-2;
61. Implante coclear: adequação da diretriz de utilização (DUT) para incluir o implante bilateral;
62. Pet-scan oncológico: adequação da diretriz de utilização (DUT) para pacientes portadores de câncer colo-retal com metástase hepática potencialmente ressecável;
63. Colocação de banda gástrica por videolaparoscopia: adequação da diretriz de utilização (DUT) para colocação de banda gástrica do tipo ajustável e por via laparoscópica;
64. Gastroplastia (cirurgia bariátrica): adequação da diretriz de utilização (DUT) para incluir a colocação por videolaparoscopia;
65. Consulta/sessão com terapeuta ocupacional: adequação da diretriz de utilização (DUT) para pacientes com disfunções de origem neurológica e pacientes com disfunções de origem traumato/ortopédica e reumatológica;
66. Consulta com nutricionista: adequação da diretriz de utilização (DUT) para:
1.a. Crianças com até 10 anos em risco nutricional (< percentil 10 ou > percentil 97 do peso / altura);
1.b. Jovens entre 10 e 20 anos em risco nutricional (< percentil 5 ou > percentil 85 do peso/ altura);
1.c. Idosos (maiores de 60 anos) em risco nutricional ( índice de massa IMC <22 kg/ m);
1.d. Pacientes com diagnóstico de insuficiência renal crônica.
2. Cobertura obrigatória de no mínimo 18 sessões por ano de contrato para pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus em uso de insulina ou no primeiro ano de diagnóstico;
67. Definição das despesas a serem cobertas para o acompanhante durante o pré-parto, parto e pós-parto imediato, que devem incluir taxas de paramentação, acomodação e alimentação;
68. Definição de que a cobertura das despesas com acompanhante durante o pós-parto imediato devem se dar por 48h, podendo estender-se por até 10 dias, quando indicado pelo médico assistente;
69. Definição de que nos procedimentos da cobertura obrigatória que envolvam a colocação, inserção ou fixação de órteses, próteses ou outros materiais, a sua remoção ou retirada também tem cobertura assegurada.

Uma notícia boa frente ao fato de que muitas pessoas são usuárias de convênios médicos, e poderão a partir disto usufruir de procedimentos sem precisar gastar mais com isso. 
Mas, se pensarmos pelo outro lado, os convênios ganham um destaque ainda maior sobre o SUS, pois muitos enxergam isto como uma superioridade em questão de atendimento médico. Porém, não estariam também os convênios médicos colocando seus pacientes na mesma fila de espera?
A questão "saúde" precisa ser reformulada, principalmente o órgão "SUS", pois ele ainda precisa se tornar nossa primeira opção. E também, referente ao presente título, o gratuito também se encontra entre aspas, pois sabemos que, com o dinheiro gasto em um convênio médico, não podemos dizer que estes procedimentos serão gratuitos, na verdade, só não serão cobrados.

PS: Trouxe esse post hoje apenas como uma divulgação da notícia. Minha coluna volta ao normal na próxima quarta, afinal, acabaram-se as férias!
Abç... Patrícia. ( Blog | Twitter )

sábado, 6 de agosto de 2011

Da janela lateral...

Local e data: Bairro das Lajes, Ouro Preto, Minas Gerais, 2011.
Por: Natália Gonçalves
Mais fotos de Natália AQUI.
Ou então fale com ela.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Investir em Educação é Promover o Brasil que Queremos.


Não existe possibilidade de negarmos a hipótese de se construir um sistema educacional eficaz para o desenvolvimento do país sem a ampliação dos investimentos públicos para a educação. E diante dessa conjuntura, chegamos em um momento crucial para definirmos os rumos do Brasil. Estou me referindo na luta pela destinação de 10% do PIB brasileiro para a educação, além do investimento de 50% do Fundo Social do Pre-Sal no mesmo setor, para que assim, possamos contruirmos uma educação publica, laica, de qualidade e a serviço do desenvolvimento social da população.

E diante de tal debate, chegamos ao tão falado Plano Nacional de Educação (PNE)¹, documento que irá regulamentar a educação, no decorrer dos próximos 10 anos. Algumas questões são pontuadas como as principais diretrizes norteadores desse plano que estão ligadas aos seguintes fatores: erradicar o analfabetismo, universalizar o atendimento escolar, superar as desigualdades educacionais, melhorar a qualidade do ensino, formação humanizada, científica e tecnológica, preparação para o trabalho, sustentabilidade socio-ambiental, valorização dos profissionais da educação e a difusão dos princípios da equidade, do respeito à diversidade e a gestão democrática da educação. No entanto, essas demandas, ao meu ver, somente serão concretizadas, se houver, de fato, uma atenção redobrada em uma outra diretriz presente no citado documento, que nessa atual conjuntura, é a mais relevante para transformar a educação desse país. Estou me referindo a necessidade de se estabelecer uma meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto de no mínimo 10%. É válido ressaltar que, o PNE ainda insiste em defender a proporção de 7%, igualmente ao antigo PNE que estava em vigor até 2010.

Ora, se o crescimento econômico do país é notável, por que não ampliar de fato, o investimento dos recursos públicos para a educação e outros setores sociais estratégicos para o desenvolvimento da nação? O que não podemos, é aceitar a continuidade desse sistema educacional brasileiro, que ainda não consegue democratizar o acesso a população, seja na educação básica, superior ou nos programas voltados a pós-graduação.

Não podemos pensar em construir um projeto de nação, se não pontuarmos a educação como elemento estratégico para chegarmos ao desenvolvimento social. Elias Jabbour², em um de seus artigos publicados pela fundação Maurício Grabois, deixa claro que os jovens da periferia das grandes cidades, infelizmente só têm duas opções para o seus destinos: ou são cooptados pelo submundo das drogas, seja como usuários, ou como integrantes das fileiras do narcotráfico ou podem ser produtos de exportação, servindo a outras nações como mão de obra desqualificada e barata.

Infelizmente essa análise não pode ser considerada irrelevante, pelo contrário, os argumentos de Jabbour nos faz refletir de uma forma coerente sobre aquilo que uma grande parcela da população já esta cansada de saber sobre o nosso atual modelo educacional. A escola brasileira está competindo diretamente com o submundo das drogas, da criminalidade, da prostituição e do trabalho informal. O analfabetismo, a evasão escolar e a distorção de série entre jovens ainda são aspectos notórios em nossa contemporaneidade.

Precisamos pensar em uma nova escola e em uma nova universidade, ou melhor em um novo modelo educacional. Pois somente dessa forma que vamos conseguir concretizar todas as metas elencadas no Plano Nacional de Educação. E para que isso aconteça, não consigo enxergar outra saída que não seja pelo investimento de pelo menos 10% do nosso Produto Interno Bruto no setor educacional.

Eis uma das lutas mais importantes que o povo brasileiro detém na atualidade, pois essa conquista está interligada a uma série de valores e interesses exteriores, e que interferem diretamente em setores conservadores que insistem em defender apenas o crescimento econômico do país, como prioridade de governo, em detrimento de qualquer forma de desenvolvimento social. Precisamos ir para a disputa ideológica em todas as arenas políticas, para vencermos essa ardua batalha em pról à educação brasileira.

1. Plano Nacional de Educação disponível no site: http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/noticias/12514/mec-divulga-plano-nacional-de-educacao-2011-2020

2. O artigo de Elias Jabbour está disponível no site: http://grabois.org.br/portal/noticia.php?id_sessao=8&id_noticia=6079

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

À Deriva [Brasil, 2009]

Vejo muitos cineastas dizendo que o a orla carioca é ideal para impressionar quando o assunto é fotografia. Após assistir À Deriva tive que concordar com eles, cada plano, cada tomada é um espetáculo estético à parte.


O enredo é simples: uma garota, Filipa (Laura Neiva) descobrindo o mundo e se descobrindo, o pai escritor (o francês Vicent Cassel) e a mãe alcoólatra (Débora Bloch) intensificam, com seus problemas conjugais, a transição da adolescência para o mundo adulto que a garota de 14 anos está vivenciando, até aí, nenhuma grande novidade, uma história que tenta descrever um evento marcante da adolescência e que terá conseqüências comportamentais para o resto da vida da personagem.
À Deriva é o terceiro longa do diretor Heitor Dhalia, seu segundo, O Cheiro do Ralo, que eu, particularmente, acho um filme fantástico e intrigante, não tem todo o poder estético que À Deriva, rodado em Búzios – RJ, tem. Esse filme vale a pena principalmente por esse aspecto, é realmente impressionante sua fotografia, além da praia como cenário principal, não se deve desconsiderar os figurinos que ajudam e muito na composição das cenas. Créditos para Ricardo Della Rosa, diretor de fotografia que fez com que a história, aparentemente cotidiana, tivesse um ar mais intenso e dramático sem cair no lugar comum.


Não dá pra deixar de lado, também, a fantástica interpretação da estreante Laura Neiva (dizem que o diretor a encontrou pelo Orkut), e a de Vicent Cassel, ator francês que se destacou em Irreversível (chocante, não pode deixar de ser visto, é um dos filmes mais alternativos de todos os tempos) e, recentemente, em Cisne Negro (filme que lhe rendeu críticas intensas e muitos elogios), que interpreta um pai ora ausente, ora sufocantemente amável, sua relação com a filha Filipa é cheia de bem-me-queres e mal-me-queres, importantes altos e baixos que acentuam a condição da menina que aos poucos se torna mulher.

À Deriva é uma ótima opção às tardes de domingo, sem quaisquer arrependimentos.


também em SOM ALTERNA e .poegrafar

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

PIRACICABA (30 posts, parte 1)

Olá amigos do Rei, meus queridos...manolos!

Iniciando a série de 30 posts que anunciei, quero falar sobre minha cidade natal, Piracicaba.

Hoje, dia 01 de agosto, é aniversário da cidade de onde eu vim...
A noiva da colina, o Ateneu Paulista, a terra da pamonha.

Cidade do "caipiracicabano", tema de uma reportagem no bom dia Brasil (abaixo), tema de vergonha para muitos, motivo de orgulho pra mim. Já foi tema de várias postagens por aqui, no "Guia Prático de uso" do dialeto.



Cidade do rio mais cantado do mundo, o lugar onde o peixe pára...



Cidade de tantas belezas naturais e de uma cultura típica tão forte.
Me lembro que, logo ao chegar a Recife, para aqui fazer meu mestrado, percebi o quão pouco conhecida é essa cultura, ao mesmo tempo em que, é tão cara para mim.

Falar aqui sobre a Catira, o Cururu, a festa do milho, a festa da polenta, o carnaval de rua, a festa do Divino Espírito Santo... explicar nossas festas juninas, nosso amor pelo XVzão...
Sempre me orgulhei muito disso.

Não sou Piracicabano "puro sangue" (e quem é? conheço poucos), pois meus pais são de outras cidades e se estabeleceram em Piracicaba, onde eu nasci e me criei.
Aprendi a apreciar cada conversa, cada moda de viola, cada peixe frito na rua do porto... coisas que estão ali sempre à disposição, mas que você sente falta após partir...

Aliás, sentir falta é algo natural nos piracicabanos. Diga-se pelo hino da cidade, que é uma canção de quem está longe, fazendo uma ode à terra querida.


"Ninguém compreende a grande dor que sente um filho ausente a suspirar por ti"

Piracicaba foi fundada em 1776, como povoação e logo em seguida como vila. Em 1821 recebe o nome de "Vila da Nova Constituição", em homenagem à constituição portuguesa de então. Só em 1877 passa a se denominar Piracicaba.

Piracicaba tem origem no Tupi-Guarani, e quer dizer "lugar onde o peixe para". Esse era o nome dado pelos índios ao rio da cidade, uma vez que a formação rochosa que cria o "salto do Piracicaba" impede a passagem dos peixes que estão buscando o lugar mais alto para sua desova.

O salto do rio era o lugar onde o peixe parava, era Piracicaba.


Bacana saber que para os índios a história não parava por aí. Eles explicavam o porque de os peixes pararem ali, o porque do rio se elevar bem ali.

Contam que uma bela índia sempre se banhava nas águas do rio e ele era calmo e de águas transparentes.
Acontece que a bela índia, certo dia, se apaixonou por um grande guerreiro da tribo (sempre tem um grande guerreiro na história). O rio se revoltou e, assim que pode, capturou a moça e guardou debaixo do seu leito (provocando a elevação).
O guerreiro, sabendo disso, desafiou o rio para uma batalha. Durante a luta, o rio e o guerreiro fizeram muitos esforços. O rio, por ter feito tanta força, ficou turbulento para sempre... o guerreiro, foi capturado por ter se cansado da luta.

Não é legal isso?
Tá, foi só um dobramento geológico simples... chato demais.

Pois bem, essa cidade tem muitas outras lendas, como a da "cobrona" que estaria enterrada embaixo da cidade e que acordaria no juízo final.

Ou as tantas lendas do Cemitério da Saudade, onde estátuas se movem, crianças enterradas ali são consideradas santas e os gatos (centenas) que tem suas lendas próprias...

Mas a que eu gosto mais é a da mudança de padroeiro.

Piracicaba tinha como padroeira Nossa Senhora dos Prazeres, escolhida pelo capitão Antônio Correa Barbosa, fundador da cidade, por ser sua "madrinha". Acontece que, quem escolhe o padroeiro é a igreja e não o capitão da vila, e a capela foi fundada com Santo Antônio de Pádua sendo o padroeiro de Piracicaba (e assim é até hoje).

E aí é que está. Contam que o capitão Correa Barbosa, contrariado, disse ter visto anjos (isso mesmo, anjos) retirando a imagem de Nossa Senhora do Prazeres, do altar da capela, o que teria motivado a escolha de um novo padroeiro.
Mas, por conta do capitão não ser muito lá vinculado à imagem de religioso, o povo criou uma nova história, que é bem mais interessante.

Dizem que a imagem foi tirada do altar pelo bispo, que estava revoltado com a escolha do capitão (que não tinha autoridade para escolher padroeiro) e jogada no rio!
O bispo furioso, jogou a imagem para ser levada pelas águas... acontece que, ao longe, vendo a imagem ir embora rio abaixo, o bispo presenciou a mesma mandando uma "banana" para a cidade!

Isso! A santa se revoltou e mandou a cidade às favas!
Dizem ser esse o motivo de Piracicaba "patinar" no desenvolvimento (tem menos da metade do tamanho de Campinas, que é bem mais nova, por exemplo)...
A santa rogou a praga, azar o nosso!

Bem, de toda forma, sei que Santo Antônio (que não tem nada a ver com a história), cuida bem de Pira...

Mas o certo é que, patinamos mesmo no desenvolvimento.
Piracicaba é, ainda, uma cidade provinciana demais.

As pessoas valorizam sobrenomes. Tem até uma empresa na cidade, à beira da falência, que se mantém na pompa, só por ser de "família tradicional".

Em Piracicaba julgam muito, cuidam muito e fazem pouco.

Tenho orgulho de ter entre meus amigos, gente que é exceção à essa regra.
Tenho vergonha de perceber que as exceções são poucas.

E nós que temos um mínimo de conhecimento sociológico, sabemos que a cidade é constituída por pessoas... e esse é o mal de Pira.

Espelhada em seus políticos, com um prefeito conhecido lá dentro como um "gênio" e fora de lá como o "Maluf do interior" (rouba mas faz, obras faraônicas com saúde e educação definhando)...

Ou com vereadores que aprovaram um aumento de 75% em seus próprios salários (apoiados por uma corja que junto deles tiveram aumento de salários também, como funcionários e assessores)...

Pode ser só o espelho de todo o Brasil, pode ser só algo comum que se vê em todo lugar... pode ser.

E, por conta do momento ser de celebração, eu termino sem fazer mais críticas à essa cidade que eu amo. Afinal, ela estará sempre na memória, como um lugar bom e que merece sempre minha visita.

e como disse meu amigo Bento no Facebook, "Piracicaba, apesar de tudo eu gosto de você!"



Amigos de Piracicaba, sinto falta de vocês.

Parabéns Noiva Da Colina,

é uma satisfação.

Kansas


Os anos 60/70 foram, com certeza, os mais revolucionários da música.


Kansas, uma das responsáveis pelo sucesso do progressivo nos anos 70, embora fosse mais rock'n roll (como a atualmente famosa, graças a série Supernatural, Carry On my Wayward Son) que as outras do estilo, como Pink Floyd, Yes e Jehtro Tull. Era também adepta das músicas de 10 minutos (The Pinanacle, Song for Ameria), ou mais, como as outras bandas citadas. Manteve a essência psicodélica e de sons fora do comum.
A banda teve um começo conturbado. Dave Hope, Phil Ehart e Kerry Livgren com outras 4 pessoas montaram o Kansas. Então Ehart saiu, depois Hope e esses dois montaram uma outra banda, a White Clover. Então, já para essa nova banda, convidaram o Livgren, já que o antigo Kansas havia terminado. E já que eles se reuniram de novo, adotaram novamente o nome Kansas. Ainda contaram com Robby Steinhardt (o cabeludo do violino), Steve Walsh e Rich Williams.
Então, em 74 saiu o primeiro disco já de muito sucesso. A banda cresceu, fazia grandes shows. o que melhorou ainda mais dois anos depois, com o hit já citado Carry On My Wayward Son.
Ainda no começo da banda, em 77, no álbum Point of Know Return, veio a sua música mais famosa, a balada puxada por violinos (que é um instrumento bem estranho pra ser fixo numa banda de rock, mesmo sendo progressivo) Dust in the Wind. Essa música foi regravada pelos Scorpions, Muppets Baby e até a versão pseudo-sertaneja-hétero-gostosa da Ana Carolina, a Paula Fernandes, entre milhares de outras.
Já em 1980, Livgren encontrou Jesus. Hope também. Começaram numa coisa meio gospel, que Walsh não gostou e saiu. Então entra o Elefante na banda. John Elefante também tinha encontrado Jesus. Nessa época, Kansas já não atingia o grande público, mas o evangélico, apesar de ainda conseguir emplacar o clássico de tantas coletâneas da Som Livre, Play the Game Tonight.
Mas daí a banda começou a ruir. Só voltou em 1986, com Steve Morse (atualmente guitarrista do Deep Purple) na banda. Dessa vez não tinha um violinista. Dessa vez era Rock'n Roll mesmo. Infelizmente o feeling Hard Rock não emplacou nenhum sucesso.
Desde então, apesar de teoricamente ainda existir, o único bom momento do Kansas foi a gravação do disco Always Never the Same, com a London Symphony Orchestra, em 98, onde gravaram seus grandes sucessos e até uma música dos Beatles.
Tinha alguma coisa naquelas décadas. Mesmo os clássicos que sobreviveram a elas, nunca mais alcançaram o mesmo nível. Nem Pink Floyd, nem Rolling Stones, Deep Purple, Ozzy Osbourne ou qualquer outra banda clássica ou cantor de sucesso nos 60/70. Tinha alguma coisa mística no ar.



* Isso foi o que restou do Kansas
* Kansas foi uma ideia oferecida por Tainá Oliveira

@proparoxitono