Zine Pasárgada
foi um Fanzine cultural e educacional que se propôs divulgar os mais diversos tipos de expressões artísticas e os mais variados assuntos.

O jornal Pasárgada teve 3 edições impressas e distribuídas na cidade de Piracicaba/SP e está guardado, junto com outras idéias, no limbo da falta de tempo e dinheiro.

O blog retomou a proposta do Zine e abriu espaço para diversidade de idéias e de expressões.

Hoje o blog acompanha o jornal e as atividades estão encerradas.

Foi uma grande satisfação ser um dos amigos do Rei.

Fábio

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Finalmente, Serra colheu o que plantou!

A campanha de José Serra a presidência da república, desde antes da confirmação, esteve recheada de ódio, violência, boataria e intolerância.

Quando se iniciou a campanha, Dilma Rousseff já havia ultrapassado o tucano nas pesquisas e o que já era ruim só piorou.

Aborto, terrorismo, fichas falsas, dossies... baixarias que caracterizam as campanhas do PSDB há algum tempo.

Agora os cabos eleitorais de Serra foram enfrentados no Rio de Janeiro, onde ocorreu uma pancadaria generalizada (clique aqui para mais).

Serra tem feito promessas impossíveis e improváveis. Entre as impossíveis está o reajuste aos aposentados e no salário mínimo, rebatido por especialistas como sendo puro oportunismo. (aqui, a comprovação de que é impossível)

Entre as improváveis, está por exemplo a promessa de que vai se reunir com professores para conversar. O que há é que Serra, quando governador de São Paulo, não recebeu os professores que estavam em greve e queriam negociar, além de, para dispersar a manifestação, chamou a polícia, que atirou bombas e deu muitas pancadas nos mestres.

Esses são apenas DOIS exemplos, há muitos, mas não é esse o propósito desse texto.

O propósito de tal é mostrar que Serra tem mexido com o íntimo de muitas pessoas. Imaginem como se sente, um professor que apanhou da polícia e que ouve Serra dizer que vai se reunir com professores se for presidente.

Ou qualquer um que entenda um pouco de economia e tenha a confirmação que Serra está mentindo ao prometer aumentos impossíveis.

O candidato prega um governo de união, mas sabe-se que nem em seu próprio partido ele tem todos ao seu lado.

Essa é a parte mais tranquila da parcela dos que estão com ódio de José Serra...

Há também os que se sentiram ofendidos por um discurso hipócrita sobre religião.
Ou os que estão bastante instigados pela homofobia, pelo desprezo da diversidade ou pelo desrespeito à opiniões de minorias.

Há os que estão com ódio por Serra apresentar comportamento contraditório, dizendo da boca pra fora que ama nordestinos, quando na verdade já desdenhou até do sotaque da região.

Serra dividiu religiões. Católicos estão confusos com boatos. Evangélicos sem saber qual lider de tantas igrejas seguir. As outras religiões, como as afrobrasileiras ou as orientais, foram simplesmente ignoradas (ou poupadas dessa grande bobagem).

A produção de ataques, ódio e rancor, foi vasta e abundante, como nunca visto depois de 1989 (primeira eleição após a redemocratização do Brasil).
Sabe-se que, desde o início da campanha, o PSDB contratou internautas para produzir esses ataques. Todos com perfis falsos nas mais diversas redes sociais ou com e-mails anônimos, repassados de computador a computador.

O resultado está chegando, mais tarde do que eu imaginava.

O povo brasileiro já repudiou esse tipo de coisa antes e desde a eleição de Fernando Collor, isso não tem retorno positivo para quem cria as mentiras e a raiva.

Serra foi confrontado por manifestantes no Rio de Janeiro, isso muitos já sabem. Certamente isso será explorado, o candidato posará como vítima e acusará a sua adversária.

O que pouca gente sabe, ou o que pouca gente parou para analisar, é que, esse ódio está presente Brasil a fora.

Hoje, no centro do Recife, vi um senhor de meia idade, hostilizando um menino que fazia propaganda de José Serra com sua bicicleta.
O senhor gritava na direção dele: "Saia daqui! Esse aí (Serra) odeia nordestinos, é um pilantra, tem que apanhar! Aqui não vai conseguir nada não!"
Em volta do homem, muitos concordavam e prestavam-lhe solidariedade, acenando com a cabeça ou confirmando com outras palavras dirigidas ao moço da bicicleta.

A campanha de Serra pode ter conseguido votos para o tucano, mas já se sabe que a um preço muito alto. Conseguiu igualmente, produzir rancor e discórdia, desunião e desrespeito, em um país que não precisa de nada disso.

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Não, o Brasil não precisa de um governante assim.


ATUALIZANDO: Já se confirmou que não houve pancadaria e APENAS uma confusão e empurra-empurra.

ATUALIZANDO 2: O Serra se mostrou mais uma vez digno de chacota! Foi atingido por uma BOLINHA DE PAPEL AMASSADO e foi até no hospital fazer tomografia... Usou tudo no horário eleitoral e é responsável por uma das maiores piadas da política nacional.

ATUALIZADO 3: Hoje (21/10) no supermercado, uma mulher na fila do caixa, brigava com outra por conta de um adesivo da Dilma, que a outra usava no peito. A mulher pró-Serra, dizia que Dilma falou mal de Jesus, que Dilma era uma terrorista que devia ter vergonha de seu passado sujo e outras tantas coisas que fazem parte da cartilha de ódio transmitida pelo PSDB. Em certa altura, meu amigo Ruy não se controlou e foi confrontar a informação da mulher que disse, gritando na fila do supermercado, que quem vota no PT é "pobre e burro", ofensa barata e batida. Mais uma demonstração do ódio gratuito que estamos sendo expostos todo dia.

domingo, 17 de outubro de 2010

Democracia

Marilena Chauí, filósofa, professora da USP, fala sobre a democracia e a ameaça que se apresenta:

Manifesto cristão em favor da vida

“Se nos calarmos, até as pedras gritarão!”


Manifesto de Cristãos e cristãs evangélicos/as e católicos/as em favor da vida e da Vida em Abundância!

Somos homens e mulheres, ministros, ministras, agentes de pastoral, teólogos/as, padres, pastores e pastoras, intelectuais e militantes sociais, membros de diferentes Igrejas cristãs, movidos/as pela fidelidade à verdade, vimos a público declarar:

1. Nestes dias, circulam pela internet, pela imprensa e dentro de algumas de nossas igrejas, manifestações de líderes cristãos que, em nome da fé, pedem ao povo que não vote em Dilma Rousseff sob o pretexto de que ela seria favorável ao aborto, ao casamento gay e a outras medidas tidas como “contrárias à moral”.

A própria candidata negou a veracidade destas afirmações e, ao contrário, se reuniu com lideranças das Igrejas em um diálogo positivo e aberto. Apesar disso, estes boatos e mentiras continuam sendo espalhados. Diante destas posturas autoritárias e mentirosas, disfarçadas sob o uso da boa moral e da fé, nos sentimos obrigados a atualizar a palavra de Jesus, afirmando, agora, diante de todo o Brasil: “se nos calarmos, até as pedras gritarão!” (Lc 19, 40).

2. Não aceitamos que se use da fé para condenar alguma candidatura. Por isso, fazemos esta declaração como cristãos, ligando nossa fé à vida concreta, a partir de uma análise social e política da realidade e não apenas por motivos religiosos ou doutrinais. Em nome do nosso compromisso com o povo brasileiro, declaramos publicamente o nosso voto em Dilma Rousseff e as razões que nos levam a tomar esta atitude:

3. Consideramos que, para o projeto de um Brasil justo e igualitário, a eleição de Dilma para presidente da República representará um passo maior do que a eventualidade de uma vitória do Serra, que, segundo nossa análise, nos levaria a recuar em várias conquistas populares e efetivos ganhos sócio-culturais e econômicos que se destacam na melhoria de vida da população brasileira.

4. Consideramos que o direito à Vida seja a mais profunda e bela das manifestações das pessoas que acreditam em Deus, pois somos à sua Imagem e Semelhança. Portanto, defender a vida é oferecer condições de saúde, educação, moradia, terra, trabalho, lazer, cultura e dignidade para todas as pessoas, particularmente as que mais precisam. Por isso, um governo justo oferece sua opção preferencial às pessoas empobrecidas, injustiçadas, perseguidas e caluniadas, conforme a proclamação de Jesus na montanha (Cf. Mt 5, 1- 12).

5. Acreditamos que o projeto divino para este mundo foi anunciado através das palavras e ações de Jesus Cristo. Este projeto não se esgota em nenhum regime de governo e não se reduz apenas a uma melhor organização social e política da sociedade. Entretanto, quando oramos “venha o teu reino”, cremos que ele virá, não apenas de forma espiritualista e restrito aos corações, mas, principalmente na transformação das estruturas sociais e políticas deste mundo.

6. Sabemos que as grandes transformações da sociedade se darão principalmente através das conquistas sociais, políticas e ecológicas, feitas pelo povo organizado e não apenas pelo beneplácito de um governante mais aberto/a ou mais sensível ao povo. Temos críticas a alguns aspectos e algumas políticas do governo atual que Dilma promete continuar. Motivo do voto alternativo de muitos companheiros e companheiras Entretanto, por experiência, constatamos: não é a mesma coisa ter no governo uma pessoa que respeite os movimentos populares e dialogue com os segmentos mais pobres da sociedade, ou ter alguém que, diante de uma manifestação popular, mande a polícia reprimir. Neste sentido, tanto no governo federal, como nos estados, as gestões tucanas têm se caracterizado sempre pela arrogância do seu apego às políticas neoliberais e pela insensibilidade para com as grandes questões sociais do povo mais empobrecido.

7. Sabemos de pessoas que se dizem religiosas, e que cometem atrocidades contra crianças, por isso, ter um candidato religioso não é necessariamente parâmetro para se ter um governante justo, por isso, não nos interessa se tal candidato/a é religioso ou não. Como Jesus, cremos que o importante não é tanto dizer “Senhor, Senhor”, mas realizar a vontade de Deus, ou seja, o projeto divino. Esperamos que Dilma continue a feliz política externa do presidente Lula, principalmente no projeto da nossa fundamental integração com os países irmãos da América Latina e na solidariedade aos países africanos, com os quais o Brasil tem uma grande dívida moral e uma longa história em comum. A integração com os movimentos populares emergentes em vários países do continente nos levará a caminharmos para novos e decisivos passos de justiça, igualdade social e cuidado com a natureza, em todas as suas dimensões.

Entendemos que um país com sustentabilidade e desenvolvimento humano – como Marina Silva defende – só pode ser construído resgatando já a enorme dívida social com o seu povo mais empobrecido. No momento atual, Dilma Rousseff representa este projeto que, mesmo com obstáculos, foi iniciado nos oito anos de mandato do presidente Lula. É isto que está em jogo neste segundo turno das eleições de 2010.

Com esta esperança e a decisão de lutarmos por isso, nos subscrevemos:


Assinam mais de 200 autoridades religiosas,

consciente e crente, assino junto.
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Dilma Presidente, para o Brasil seguir mudando.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

CNBB e as Eleições

Reproduzo aqui a nota da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a CNBB, que é órgão máximo da Igreja Católica no país, sobre as eleições.

Percebam que a nota fala sobre a MANIPULAÇÃO e o uso indevido do nome da CNBB.

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Sexta-Feira, 08 de outubro de 2010

Nota em relação ao momento eleitoral

P. nº 0849/10

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, por meio de sua Presidência, congratula-se com o Povo Brasileiro pelo exercício da cidadania na realização do primeiro turno das eleições gerais, quando foram eleitos os representantes para o Poder Legislativo e definidos os Governadores de diversas unidades da Federação, bem como o nome daqueles que serão submetidos a novo escrutínio em 2º turno, para a Presidência da República e alguns governos estaduais e distrital.

A CNBB congratula-se também pelos frutos benéficos decorrentes da aprovação da Lei da Ficha Limpa, que está oferecendo um novo paradigma para o processo eleitoral, mesmo se ainda tantos obstáculos a essa Lei tenham de ser superados.

Entretanto, lamentamos profundamente que o nome da CNBB - e da própria Igreja Católica - tenha sido usado indevidamente ao longo da campanha, sendo objeto de manipulação. Certamente, é direito - e, mesmo, dever - de cada Bispo, em sua Diocese, orientar seus próprios diocesanos, sobretudo em assuntos que dizem respeito à fé e à moral cristã. A CNBB é um organismo a serviço da comunhão e do diálogo entre os Bispos, de planejamento orgânico da pastoral da Igreja no Brasil, e busca colaborar na edificação de uma sociedade justa, fraterna e solidária.

Neste sentido, queremos reafirmar os termos da Nota de 16.09.2010, na qual esclarecemos que "falam em nome da CNBB somente a Assembléia Geral, o Conselho Permanente e a Presidência". Recordamos novamente que, da parte da CNBB, permanece como orientação, neste momento de expressão do exercício da cidadania em nosso País, a Declaração sobre o Momento Político Nacional, aprovada este ano em sua 48ª Assembléia Geral.

Reafirmamos, ainda, que a CNBB não indica nenhum candidato, e recordamos que a escolha é um ato livre e consciente de cada cidadão. Diante de tão grande responsabilidade, exortamos os fiéis católicos a terem presentes critérios éticos, entre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana.

Confiando na intercessão de Nossa Senhora Aparecida, invocamos as bênçãos de Deus para todo o Povo Brasileiro.

Brasília, 08 de outubro de 2010

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

SE/Sul - Q. 801 - Conj. "B" - CEP 70401-900 - Caixa Postal 02067 - CEP 70259-970 - Brasília-DF - Brasil - Fone: (61) 2103-8300/2103-8200 - Fax: (61) 2103-8303

E-mail: secgeral@cnbb.org.br - Site: www.cnbb.org.br

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Portanto, se receberem algum e-mail ou mesmo informação qualquer, dizendo que a CNBB não recomenda voto nesse ou naquele candidato, é mentira!

Se receber qualquer informação sobre bispos que dizem para não votar em determinado candidato, o bispo pode falar por ele próprio, mas não pela CNBB e pela igreja.

Vamos tentar manter a verdade e o povo esclarecido.

Estão querendo confundir o povo católico e incitar o ódio. É uma pena, mas isso não prevalecerá, até por que, qualquer criança sabe (aproveitando o dia delas hoje): MENTIRA TEM PERNA CURTA.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Dilma e Lula x Serra e FHC

é exatamente disso que se trata:

Bolsa Família dentro do contexto.

Estamos em plena campanha eleitoral, um segundo turno indigesto, do qual eu não gostaria de participar. Não tem jeito, assim as coisas são...

O problema é que, muito desse segundo turno se deu por conta de boatos e mentiras maldosas espalhadas pelo país.
Algumas ainda estão fazendo estrago.

Percebo que, o leque de associações e acusações está aumentando e algumas coisas estão retornando. Uma delas é a crítica, voraz e intensa, ao Bolsa Família.

Produziram um vídeo, em que mostram Lula defendendo o Bolsa Família e logo após, em uma entrevista antes de ser presidente, criticando o assistencialismo.



Acredito ser essa uma associação fácil e simples, mas que guarda um equívoco grave.

Há uma grande diferença entre os programas citados por Lula e o Bolsa Família.

Lula citava as políticas de Maluf, do leve leite e de políticas coronelistas, de troca de votos por cestas básicas.

O Bolsa Família é um programa de distribuição de renda, reconhecido e premiado pela ONU e capaz de alterar o quadro de dependência e dominação.

As famílias recebem um auxílio que as possibilita pensar em coisas além de "o que comer no dia seguinte", ou até mesmo "por qto eu poderei vender meu voto"...

Além de tudo isso, o Bolsa Família tem um programa conjunto de acompanhamento escolar, para que as crianças das famílias estejam matriculadas e frequentando a escola, além de um programa de qualificação profissional dos participantes.

Comunidades de pesca, comunidades de artesãos, comunidades urbanas entre outras, tem a sua disposição um trabalho de qualificação muito grande, que funciona com muitos ministérios integrados.

Há dados que demonstram que crianças atendidas com o Bolsa Família melhoraram seu desempenho na escola e que muitas famílias tem hoje trabalho e renda.

São mostradas 12 milhões de famílias atendidas, mas não se mostra que 2 milhões de famílias devolveram os benefícios, uma vez que conseguiram emprego e renda suficiente para se manter, o que mostra que, o povo brasileiro quer trabalho e dignidade, além de ser honesto e grato.

Deve-se enxergar também que o investimento no Bolsa Família não foi isolado. Outras ações de assistência, essas citadas por Lula em 2002, eram apenas troca. O governo atual investiu em educação como nenhum outro na história, com o Fundeb, com as escolas técnicas e com a abertura de Universidades, concursos e novas bolsas.
Todos os níveis foram contemplados.

O programa Luz para Todos fez com que muitas famílias pudessem, além de ter condições humanas de vida, pudessem estabelecer cidadania e renda.

Sem contar os quase 14 milhões de empregos formais, com carteira assinada.

Pensado isoladamente, o Bolsa Família pode parecer um programa de "compra de votos" mas há uma rede, criada conscientemente, para que a população tivesse um auxílio entre muitos outros benefícios, para se estabelecer como um povo livre.

A questão principal é que, o que se coloca agora, é justamente o enfrentamento entre o governo que criou 45 extensões universitárias, contra o que não criou nenhuma.

O governo que criou 13 novas universidades federais, contra o que criou nenhuma.

O governo que criou dezenas de escolas técnicas, contra o governo que criou uma lei que proibia a construção dessas instituições.

O governo que criou 14 milhões de empregos em 8 anos, contra o governo que criou em 8 anos 800 mil.

O governo que fortaleceu estatais, gerou investimentos com elas contra um governo que privatizou tudo que pode e que pretendia privatizar mais.

Um governo que fez as universidades crescerem, aumentando bolsas e estrutura e conta com o apoio de praticamente todos os reitores federais, contra o governo que, por pouco não fez com que as universidades públicas cobrassem mensalidade.

O governo Lula, representado por Dilma contra o governo FHC, representado por Serra.

Apesar de tentarem deixá-los parecidos, ou tentar fazer com que acreditemos que são uma continuidade, são na verdade, formas diferentes de governar e de entender prioridades. É só ver que em SP o segundo banco estatal do estado foi vendido e a USP caiu 64 posições no rancking de universidades em apenas 4 anos.

enfim, há muitas coisas em risco nessa eleição, e o debate pode ser maior.

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Nunca escondi de ninguém que acho que Serra é um péssimo administrador e uma ameaça terrível ao país.

Reafirmo meu voto em Dilma, para o Brasil seguir mudando, para cada vez melhor.